31 dezembro, 2010

Ponto de partida

Vejo transformações que modificam o modo de pensar e viver na sociedade, pode se dizer que algumas cabeças têm a infeliz capacidade de absorver tudo que as transformações podem oferecer, ou seja, as coisas negativas e positivas. De fato, falta uma membrana semipermeável na cabeça de muitos.
Eu, velha que sou, choco facilmente com as diversidades de coisas novas: liberdade (surra de bunda; ter filhos com 14 anos.); devoção (Luan Santana, Restart...); criatividade (os “novos “ crimes que aparecem dia a dia, a mídia e as grades empresas tentando corromper as pessoas.) e uma infinidade de novidades vistas nesse lindo e incrível SISTEMA em mutação.
É válido dizer que as transformações trazem efeitos positivos e ao mesmo tempo traz conseqüências desastrosas. O mundo que descobre curas de doenças é o mesmo que há milhões de pessoas com recursos limitados; o mesmo mundo que há várias regras, normas, leis é o mesmo que infestado de pessoas que só querer destruir tudo e todos. Pense! As contradições não param por aí.
O problema é o sistema, e nós fazemos parte dele, não se isente dessa culpa.
A solução é a educação, não somente a educação escolar, principalmente a educação para a vida. Está claro que esse tipo de educação não é problema somente de uma classe social e sim de todas elas, a falta dela reflete: nos vários tipos de preconceitos, na não aceitação das diferenças, na falta de ética e responsabilidade, arrogância, na falta de personalidade, entre outras coisas.
Há pessoas que sabem dos problemas e das possíveis soluções, porém, aponta-los é muito pouco. Talvez uma revolução?
Por muito tempo, achei que “fazer a sua parte” era o bastante, mas vejo que podemos fazer mais que isso, por exemplo, informando aos desinformados o que é certo.
Pensei que era pior reclamar e não fazer nada, pior é mesmo é quem reclama de quem reclama, dizendo algo do tipo “a vida é assim, temos que nos conformar.”, e pior que isso é quem ri de quem se manifesta através de paradas gays, paralisações, entre outros tipos de manifestações.
Viva os críticos, os visionários, as minorias, porém de nada adianta se ficarem parados. Não nasci para a conformação, mas preciso ser mais e mais.

Parar

Vários momentos poderiam ter sido evitados se as pessoas analisassem certas atitudes e com isso parassem com o que pode causar problemas. Parar na hora certa e não quando o mal já foi ocorrido.
Perder tempo com coisas que irão causar problemas é burrice, mesmo que não seja problemas sérios.
Uma pessoa que está com outra pra passar o tempo, por exemplo, perde a chance de encontrar uma pessoa “certa”; fazer algo que não agrada, pode causar frustrações em todos níveis.
Há tempo para tudo, até para parar, mas a esperança se confunde com teimosia e/ou orgulho e aí se perde o momento certo, a hora certa e puff.