22 janeiro, 2011
Ah... as mudanças!
Às vezes nós mudamos e não sabemos o porquê. Julgamos quando os outros mudam, mas muitas vezes esquecemos que "mudar" pode ser a única opção. Já parou pra pensar?
Veja quantas vezes você se magoou, tornou-se uma pessoa '' fria'', e como consequência magoou alguém (e provavelmente você nunca quis que isso acontecesse). Veja quantas vezes criticou algo no seu irmão mais velho, ou nos seus pais e acabou sendo ou fazendo o que você criticou.
Ah... as mudanças. São tão necessárias, podem ser bem ou mal recebidas, podem ser amadas ou odiadas, podem ser motivos de reaproximação ou separação. Seria bom se pudéssemos controlá-las, ou não?
O que seria se arrancassem de si, seus defeitos ou qualidades?
O que seria se você não tivesse seus pais, irmãos, namorado(a), ou qualquer outra pessoa querida?
O que você faria se sua visão ou audição falhasse? Suicídio, ou aprenderia a viver com essas limitações?
E se você tivesse que sair de casa, ficar longe de tudo e todos e fosse viver uma vida diferente da qual vive?
O que seria das nossas vidas sem o ar, água, comida, roupas...? O que seria dos ouvidos sem a música? O que seria da caneta sem o bocal? Do papel sem o lápis ou a caneta?
Enfim, o que seria dos objetos animados e inanimados sem as coisas que eles possuem, ou sem as relações ‘’íntimas’’ com outros objetos? Já parou pra pensar?
Cortar defeitos ou qualidades, por exemplo, pode ser perigoso. Seus defeitos e qualidades têm uma relação íntima com você, cortá-los pode te desmoronar.
O que seria de você sem você? Dos meus pensamentos, muitas vezes patéticos, sem um meio para solta-los? O que seria de mim sem meu sarcasmo, ironia, sem as pessoas que eu beijei, sem toda minha história, o que seria?
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